terça-feira, 21 de agosto de 2012

SOLDADO É CONDENADO POR BATER EM NOIVA ATÉ ELA ‘FICAR FEIA’



Foto: Reprodução
O soldado britânico Jason Hughes foi condenado a nove anos de prisão após bater em sua noiva por sete horas seguidas e cortar sua garganta com o objetivo de fazer ela 'ficar feia'. Ele espancou a moça depois que ela terminou o relacionamento que tinham, segundo o site 'Daily Mail'.
Jason, de 40 anos, atacou Natalie Allman, 26 anos, quando ela estava dormindo em sua cama no dia 3 de fevereiro. Apesar de ter concordado com o encerramento da relação que tinham, o soldado tentou sufocá-la com um travesseiro e depois começou a bater nela com um peso de academia.
Depois de bater na mulher, ele usou uma lâmina de 20 cm para abrir um corte na garganta da vítima. Após sete horas de pura crueldade, ele chamou uma ambulância. Natalie fraturou oito ossos da face e sofreu oito lesões na cabeça enquanto apanhava.
Os filhos do ex-casal testemunharam as agressões. Apesar de já estarem separados, Jason e Natalie ainda moravam juntos na época do ataque. O soldado procurava uma nova casa para morar e continuar sua vida. Jason foi condenado a nove anos de prisão por agressão com o objetivo de causar dano corporal grave. "A intenção dele era causar uma cicatriz horrorosa que ela não pudesse esconder quando se vestisse para ficar bonita", disse a advogada de defesa.

Por Lorran Schoechet

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

MEC VAI PROPOR A FUSÃO DE DISCIPLINAS DO ENSINO MÉDIO


O Ministério da Educação prepara um novo currículo do ensino médio em que as atuais 13 disciplinas sejam distribuídas em apenas quatro áreas (ciências humanas, ciências da natureza, linguagem e matemática).
"Mudança é boa, mas difícil de aplicar", dizem educadores.
"Enem será o modelo do novo currículo", afirma Mercadante.
A mudança prevê que alunos de escolas públicas e privadas passem a ter, em vez de aulas específicas de biologia, física e química, atividades que integrem estes conteúdos (em ciências da natureza).
A proposta deve ser fechada ainda neste ano e encaminhada para discussão no Conselho Nacional de Educação, conforme a Folha informou quarta-feira (15). Se aprovada, vai se tornar diretriz para todo o país.

Para o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, os alunos passarão a receber os conteúdos de forma mais integrada, o que facilita a compreensão do que é ensinado.
"O aluno não vai ter mais a dispersão de disciplinas", afirmou Mercadante ontem, em entrevista à Folha.
Outra vantagem, diz, é que os professores poderão se fixar em uma escola.

Um docente de física, em vez de ensinar a disciplina em três colégios, por exemplo, fará parte do grupo de ciências da natureza em uma única escola.
Ainda não está definida, porém, como será a distribuição dos docentes nas áreas.
A mudança curricular é uma resposta da pasta à baixa qualidade do ensino médio, especialmente o da rede pública, que concentra 88% das matrículas do país.
Dados do ministério mostram que, em geral, alunos das públicas estão mais de três anos defasados em relação aos das particulares.
Educadores ouvidos pela reportagem afirmaram que a proposta do governo é interessante, mas a implementação é difícil, uma vez que os professores foram formados nas disciplinas específicas.
O secretário da Educação Básica do ministério, Cesar Callegari, diz que os dados do ensino médio forçam a aceleração nas mudanças, mas afirma que o processo será negociado com os Estados, responsáveis pelas escolas.
Já a formação docente, afirma, será articulada com universidades e Capes (órgão da União responsável pela área).

Uma mudança mais imediata deverá ocorrer no material didático. Na compra que deve começar neste ano, a pasta procurará também livros que trabalhem as quatro áreas do conhecimento.
Organização semelhante foi sugerida em 2009, quando o governo anunciou que mandaria verbas a escolas que alterassem seus currículos. O projeto, porém, era de caráter experimental.

Folha de São Paulo
Fotos e imagens: google imagens

domingo, 19 de agosto de 2012

ESTUDANTE DO CENTRO-OESTE PAULISTA É CAMPEÃO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS


Ele ganhou três medalhas neste ano em Astronomia, Física e Linguística.
O sucesso rendeu uma bolsa de estudos em um colégio da capital.

Ivan Tadeu Ferreira Antunes Filho tem apenas 17 anos e nasceu na cidade de Lins (SP). Em ano de Olimpíadas, ele conquistou três medalhas. Mas a especialidade dele não é o esporte. Ivan ganhou duas pratas e um ouro para o Brasil em três olimpíadas científicas de 2012: uma de prata na Olimpíada Internacional de Linguística, um ouro na Olimpíada Internacional de Física e a última, uma prata na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica. E ele vai competir mais “No início de setembro vou competir na Olimpíada Iberoamericana de Biologia”, conta.

Ivan participa de diversas olimpíadas científicas desde os 14 anos. (Foto: Arquivo Pessoal)

Os resultados são tão importantes para ele quanto para o Brasil e mostram que nossos estudantes não ficam atrás nessas grandes disputas. “A conquista de medalhas mostra que o país é um destaque em determinadas áreas, não ficamos atrás de outros países”, afirma Ivan.

O estudante descobriu o gosto pela disputa a partir das olimpíadas brasileiras que começou a disputar na oitava série do ensino fundamental, quando ainda morava em Lins. De lá para cá, ele já perdeu a conta de quantas foram. “Consegui ganhar uma medalha de prata na primeira olimpíada e aí no 1º ano do ensino médio conquistei o ouro e fui convocado para a fase internacional. A minha primeira viagem foi para Polônia, onde ganhei um bronze”.

PREPARAÇÃO
Em geral os alunos que participam dessas competições estudam por conta própria, mas algumas escolas dão treinamento. No caso da Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica, Ivan recebeu ajuda do colégio. “Eu recebi um treinamento, mas faz um grande diferencial correr atrás, procurar livros e se inteirar dos assuntos”.
Ele afirma que participar das olimpíadas de ciências também é uma grande oportunidade para conhecer áreas do conhecimento que não estão no currículo obrigatório das escolas.

Equipe brasileira se reúne na Olimpíada Internacional de Física. (Foto: Arquivo Pessoal)

Outro fator importante é o apoio da família. “Para competir você tem que dedicar seu tempo, e se não tiver alguém te apoiando, fica mais difícil seguir em frente. Uma coisa que me dá bastante apoio é a cara dos meus pais de orgulho quando estou competindo”, conta.
Hoje Ivan estuda em um colégio particular de São Paulo e mora na capital. A vaga e a bolsa de estudos ele ganhou depois do sucesso nas competições. “A medalha e os certificados atraem as escolas, eles oferecem bolsa integral e outras coisas, como auxílio moradia, o que para mim tem sido muito bom”, conta.
Além de ter a oportunidade de estudar em uma ótima escola, o campeão contou que os contatos e amigos que faz durante as viagens também são muito importantes para seu desenvolvimento pessoal. “São muitos países envolvidos e interagimos muito. Durante a competição também aproveitamos para passear. A experiência de estar em outros países e conhecer várias culturas é muito importante, são contatos e oportunidades para vida futura e profissional”.
Mas apesar de se preocupar com o futuro, o estudante confessa que ainda não sabe qual curso vai prestar. “Estou no 3º ano agora, hora de prestar vestibular, mas para ser sincero ainda não sei o que fazer”.

Estudantes represantam o Brasil na Olimpíada
Internacional de Linguística. (Foto: Arquivo Pessoal)

Do G1 Bauru e Marília

sábado, 18 de agosto de 2012

NOTÍCIA BOA: BRASIL ESTÁ ENTRE OS MAIORES DOADORES DE ALIMENTOS DO MUNDO


Ao doar apenas até agosto deste ano, US$ 75 milhões em comida para os países que enfrentam situações de crise, o Brasil passa a ser considerado um dos maiores colaboradores do Programa Mundial de Alimentos (PMA) da comunidade internacional. Em 2011, o governo brasileiro doou mais de 300 mil toneladas de comida para 35 países. Paralelamente, o Brasil é apontado como uma das nações que mais se destacam no apoio à ajuda humanitária.

Em comunicado, o PMA ressaltou a atuação do Brasil tanto na doação de alimentos como na assistência humanitária internacional, por meio de parcerias. O governo brasileiro comunicou que manterá as doações de alimentos não só até dezembro como também em 2014.

A ideia é distribuir até o fim do ano 90 mil toneladas de arroz para a Bolívia e Honduras, na América Latina, e Burundi, Congo, Etiópia, Gâmbia, Uganda, Moçambique, Níger, Senegal e Zimbábue, na África.

O Brasil colabora com missões de paz no Haiti, país cujo governo atua para buscar a estabilidade política, econômica e social, e na Síria, que há 17 meses enfrenta confrontos internos devido às divergências entre o presidente, Bashar Al Assad, e a oposição.
O Ministério das Relações Exteriores informou que o Brasil mantém uma série de parcerias com vários países para estimular a produtividade agrícola e o desenvolvimento rural, na tentativa de buscar a segurança alimentar.
"As experiências em programas de alimentação escolar, em que os alimentos são comprados a partir de pequenos agricultores locais podem enriquecer o debate entre o Brasil e os governos africanos em torno da promoção do direito à alimentação", disse o diretor do Centro de Excelência do Programa Mundial de Alimentos para a África, Daniel Balaban, que atua em parceria com o Brasil.

Só no Haiti, o país mais pobre das Américas, mais de 24 mil toneladas de arroz e feijão brasileiros foram distribuídas para os moradores que sofreram com o terremoto de janeiro de 2010. Os custos de distribuição foram cobertos pela Espanha. Na África, mais de 65 mil toneladas de milho e feijão brasileiros foram doados para países, como a Somália.
Agência Brasil 

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

MULTADA, ESTUDANTE DO ES TENTA FUMAR DINHEIRO E LIGAR CARRO COM CANUDO



Jovem foi abordada por policiais, em Vitória, nesta sexta-feira (17).
Segundo a polícia, estudante não possui carteira de motorista.

Uma estudante de direito foi multada na manhã desta sexta-feira (17) após ser flagrada pela polícia sem carteira de habilitação e visivelmente embriagada. Durante a abordagem, ainda sob efeito de álcool, a estudante tentou fumar uma nota de R$ 50, confundindo com um cigarro, e tentou ligar o carro usando um canudo, acreditando usar a chave do veículo. "É lógico que eu bebi, bebi um pouco como qualquer pessoa da festa bebeu", disse. No fim da tarde, a PM admitiu que houve errou durante a abordagem.

Rodas do carro que estudante dirigia estavam destruídas, em Vitória (Foto: Reprodução/TV Gazeta)

Como argumento para se livrar da situação, Luiza Gomes, de 19 anos, disse ser conhecedora das leis e que sempre encontra brechas para casos como o dela. Um morador do bairro Enseada do Suá, local onde a universitária estacionou o carro, percebeu a situação e acionou a polícia.
A garota ainda tentou se livrar da abordagem. "Essa questão de beber e dirigir, qual a eficácia da lei? Não existe eficácia. A partir do momento que a gente vê que tem alguma brecha, a gente se aproveita daquilo. Nós, estudantes de direito, tentamos nos aproveitar disso", disse.

Segundo a polícia, o carro da universitária já havia sido parado na Terceira Ponte por técnicos da concessionária, por estar com os pneus destruídos e impróprios para trafegar. O veículo teria sido guinchado e deixado em Vitória, no bairro Enseada do Suá.
Enquanto os policiais registravam a ocorrência, a moça insistia pela chave do carro, dizendo que precisava viajar ainda nesta sexta para o município de Nova Venécia, no Noroeste do Espírito Santo.

"Ela não está em condições de dirigir, por isso vamos tentar encontrar o endereço dela para levá-la em casa. As pessoas têm que saber como se divertir, hoje em dia elas saem e terminam nesse estado", explicou tenente Salles, da Polícia Militar. O carro que a estudante dirigia está no nome da mãe e foi removido do local. Ela foi multada por ter deixado o carro em local inadequado.

G1 ES
FOTOS: reprodução/internet

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

OPERÁRIO SOBREVIVE APÓS TER CÉREBRO ATRAVESSADO POR UM VERGALHÃO DE DOIS METROS DE COMPRIMENTO



RIO - Um operário da construção civil de 24 anos foi atingido nesta quarta-feira por um vergalhão numa obra em Botafogo, Zona Sul do Rio, e sobreviveu. O pedaço de ferro, de dois metros de comprimento, atravessou o capacete do rapaz, perfurou seu cérebro e saiu pela região entre os olhos. Os bombeiros cortaram uma parte do vergalhão no local do acidente e levaram o ferido para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea. A equipe cirúrgica operou a vítima ainda ontem, durante cinco horas. Segundo os médicos, o operário chegou ao hospital falando e consciente. Três médicos participaram da cirurgia, que reconstruiu o cérebro do rapaz, que, aparentemente, não apresenta sequelas.
A vítima está internada no Centro de Tratamento Intensivo (CTI), mas acordada e falando. De acordo com o diretor do hospital, Luiz Alexandre Essinger, o risco agora é que o paciente contraia uma infecção:
- Quando o vergalhão entrou no cérebro, levou também muita poeira. Os cirurgiões limparam a área e cauterizaram os vasos sanguíneos afetados. O risco agora é ter uma infecção. Para evitar uma contaminação de secreções dos seios da face, o vergalhão foi puxado para baixo durante a cirurgia.
Segundo os médicos, a área afetada do cérebro é responsável pela parte das emoções. A vítima poderia ficar desorientada ou ter perda de memória, o que não aconteceu. Ele ainda deu mais sorte: se o vergalhão tivesse entrado três centímetros mais para o lado, teria atingido a parte do cérebro responsável pela coordenação motora. A vítima não estaria conseguindo mexer pernas e braços.
Se tudo der certo, o paciente terá alta em uma semana.

AGÊNCIA O GLOBO

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

ABISMO SEPARA MELHORES E PIORES RESULTADOS DO BRASIL


RIO - Nas melhores e piores escolas ou redes do país, é fácil perceber o que leva ao caminho do bom aprendizado e o que condena os alunos a um mau desempenho. Nas melhores, há foco nos alunos e participação dos pais. Nas piores, a infraestrutura é precária e ninguém assume a responsabilidade pelos maus resultados.
Com cerca de 200 alunos, a Escola Municipal Santa Rita de Cássia, em Foz do Iguaçu (PR), recebeu nota 8,6 no Ideb 2011 e empatou com a Escola Municipal Carmélia Dramis Malaguti, de Itaú de Minas (MG), no topo do ranking das melhores escolas públicas para os anos iniciais do ensino fundamental. A diretora Shirlei de Oliveira, que comanda há cinco anos uma equipe de dez professores, uma supervisora e uma secretária - todos com curso superior e pós-graduação -, atribui o sucesso ao trabalho que faz junto aos pais e ao reforço escolar que oferece para todos os alunos. Os que têm boas notas assistem a aulas extras três vezes por semana. Os que têm notas baixas, todos os dias.
As professoras Maria Isabel Gomes Vieira e Leda Márcia Dal Gin vêem ainda mais um ingrediente na receita do sucesso: dividiram as turmas conforme a afinidade que têm com as disciplinas. Uma ensina português e ciências. A outra, matemática, história e geografia. Um terceiro professor completa o currículo com jogos matemáticos, literatura, dicionário e informática.
Na Escola Municipal Carmélia Dramis Malaguti, que fica a 360km de Belo Horizonte e divide o posto de melhor com a Santa Rita de Cássia, o enfoque no aluno também é o que explica o bom resultado.
- Nossa prioridade é descobrir o que está por trás das dificuldades do aluno. Por isso, a relação olho no olho entre professor e aluno é fundamental - destaca a diretora da escola, Maria Flávia Oliveira.
Se não há receita, há um conjunto de fatores que tem funcionado. A escola subiu 2,6 pontos no Ideb desde 2007. No mesmo período, a prefeitura de Itaú de Minas fez um programa de capacitação de professores que não exige participação, mas valoriza o profissional presente com uma gratificação no fim do ano.
Outra característica em comum entre as duas melhores escolas do país é a boa relação com os pais. A diretora Carmélia Malaguti diz se orgulhar de telefonar à família no caso de três faltas seguidas. Também costuma encaminhar, para fonoaudiólogos e psicólogos, alunos com dificuldades. Os tratamentos são todos custeados pela prefeitura.
Nos anos finais do ensino fundamental, o melhor resultado por escola foi encontrado em Pernambuco, no Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Pernambuco. O 8,1 do Ideb coroa um espaço que praticamente não tem evasão - só houve uma desistência no ano passado - e exibe percentuais de aprovação que chegam a 98%.
Além do alto grau de especialização dos profissionais, o CAP estimula os estudantes a monitorar não só o desempenho de suas turmas, como também o dos professores. A iniciativa dá chance aos alunos de reconhecerem suas deficiências e ajuda os professores a descobrir novos caminhos em sala de aula.
- O que tentamos fazer é criar um ambiente para o aluno aprender junto com o professor, e o professor, junto com ele - diz o diretor do CAP, Alfredo Matos.

NO PIOR MUNICÍPIO, PRECARIEDADE É TOTAL.
Do outro lado do espectro, está a cidade de Monteirópolis, situada a 194km de Maceió (AL). É dela a pior rede municipal de educação de todo o país no que diz respeito aos anos iniciais do ensino fundamental. Segundo o Ideb, as cinco escolas da cidade tiveram média 2,3.
- A estrutura das escolas é precária, a merenda tem problemas. No cardápio de hoje, era arroz com frango, mas só tem bolacha com suco. Nem manteiga ou margarina - conta a professora Rose Braga.
Segundo ela, além do problema com a merenda, os alunos sofrem também com o cheiro das fezes dos pardais que se acumulam no telhado. Apesar da seca que afetou a cidade neste ano, os alunos não comemoram quando chove:
- As escolas viram uma cachoeira. Imagine a cena: alunos com fome, mau cheiro de pardais e goteiras.
Na escola de Rose Braga, a direção prefere não falar sobre o assunto. Na Secretaria Municipal de Educação, ninguém atende os telefonemas.
O pior resultado entre as redes estaduais de ensino médio também ficou com Alagoas, com nota 3,8 (0,2 a menos do que na pesquisa anterior). O secretário estadual de Educação, Adriano Soares da Costa, promete agir em cinco frentes para reverter a situação. Até outubro, realizará provas para contratar 2.500 professores e mil monitores. Até meados de 2013, reformará as 334 escolas que comanda e, em 60 delas, instalará uma espécie de ponto eletrônico para reduzir a evasão de alunos.
No caso de escolas, a pior pública dos anos iniciais do ensino fundamental é o Grupo Escolar Dr. Antônio Carlos Magalhães, que fica no município de Cairu, a 83km de Salvador. O 0,9 registrado pela pesquisa causou estranhamento à Secretaria municipal de Educação já que, nas duas últimas edições da pesquisa, o município teve média 3,8. O prefeito Hildécio Meireles acredita que houve um problema isolado, mas já pediu o levantamento dos dados da escola.
A pior escola pública para os anos finais do ensino fundamental também é baiana: o Colégio Estadual 29 de Março, em Salvador. A Secretaria estadual de Educação do Estado afirmou que houve um erro no preenchimento de dados que fez com que as taxas de aprovação, em vez de serem de 50%, fossem registradas como 3%.

AGÊNCIA O GLOBO